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Etnografia Digital

Hipertexto. Esta palavra que um dia me entusiasmou, hoje serve para me lembrar que vou gastar mais tempo do que pretendia na internet. Curiosos como eu deveriam ser proibidos de acessar hipertextos. Por exemplo, em mais uma frustrada tentativa de organizar os 5 mil links do meu bookmark, colecionados nos últimos 12 anos, encontrei uma página da Revista Galileu, que embora fosse de seis meses atrás, já estava desatualizada (o tempo voa na internet). Sequer cliquei no novo link que a página apontava, pois havia outro na página antiga com um vídeo do You Tube que chamou minha atenção. Estava a um link de descobrir a etnografia digital. Obviamente deixei a arrumação do bookmark para depois.

O assunto do post era sobre a WEB 2.0, ou internet participativa, como queira. A criatividade com que o vídeo foi produzido chamou minha atenção e fala justamente sobre a mudança na comunicação entre as pessoas que a web tem proporcionado. Em pouco mais de quatro minutos o vídeo resume a infinita capacidade de compartilhar informação e as mudanças que essa maneira de se comunicar causará em vários aspectos da vida como direitos autorais, copyright, identidade, ética, estética, retórica, liderança, privacidade, amor, família, enfim, nós mesmos e nosso relacionamento com o mundo. O vídeo já tem 6 milhões de page views.

Web 2.0 … The Machine is Us/ing Us

 

Depois de assisti-lo, fui conferir quem é Michael Wesch. Ele é professor assistente de Antropologia Cultural da Kansas State University e está estudando o impacto da mídia digital na interação humana. Para isso criou um grupo chamado Digital Ethnography Working Group.

A busca me levou para um segundo vídeo que apresenta algumas estatísticas sobre como os universitários norte-americanos estão se beneficiando, ou não, com o uso da tecnologia. Os dados são de arrepiar e demonstram a necessidade de se repensar o sistema educacional baseado no quadro negro e nos bancos escolares. Alguns exemplos:

As salas de aula possuem uma média de 115 alunos;
Menos de 20% dos professores sabem o nome dos alunos;
Apenas 49% do material indicado para leitura é lido;
Desse material, apenas 26% é considerado relevante;
Alguns compram livros de 100 dólares que sequer são abertos;
Outros observam colegas que pagam e não freqüentam as aulas;
Outros sabem que lerão 8 livros no ano letivo, mas visitarão 2300 web pages e passearão por 1281 páginas do Facebook;
Outros calculam que escreverão apenas 42 páginas de trabalhos escolares e mais de 500 páginas em e-mails;
Outros afirmam que, mesmo sabendo que o preço de um laptop é maior que o salário anual de muitos pessoas no mundo, levam seus laptops para escola para fazer tudo, menos estudar.

A Vision of Students Today

  

Nunca a forma de educar nesse planeta ficou tão vulnerável à tecnologia. Não que as pessoas não acabem se adaptando as exigências do mundo, apenas que o modelo de educação está se tornando rapidamente obsoleto, o que representa um custo enorme de tempo e de dinheiro para os alunos, pais e governos.

Fico imaginando como os jovens brasileiros reagirão à tecnologia quando a promessa do governo de levar banda larga para as escolas públicas se concretizar. Se considerarmos que junto a essa facilidade eles estarão de posse dos famosos laptops populares, não tenho dúvida de que o comportamento será muito parecido ao dos adolescentes norte-americanos. Será preciso repensar a educação com urgência, ainda mais em um país que continua às voltas com um abismo chamado analfabetismo.

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Escolha Certa

É uma satisfação saber que os candidatos em quem decidimos votar são eleitos. Prova que além de nós, outros compartilham a mesma crença de que este candidato tem os requisitos necessários para nos representar no poder público.

Há também aqueles que conseguem se eleger através de uma ação coordenada da mídia, setores inteiros da sociedade e dinheiro, muito dinheiro. Um exemplo clássico desta estratégia na política moderna foi a eleição do Collor, até então um político desconhecido de Alagoas que foi a solução encontrada pela situação para fazer frente a oposição. Acabou ganhando, mas sem sustentação no Congresso e com uma estrutura contaminada que lembrava muito o escândalo do PT do mensalão, acabou sofrendo o impeachment.

Há ainda aqueles que se beneficiam da legenda partidária através da qual disputam o cargo. Esse é um assunto cabeludo, envolve nossa antiquada lei eleitoral, remendada por anos de decretos que permite que os cargos sejam definidos mais pelo peso do partido do que pela escolha dos eleitores. Sobre legendas e voto distrital, qualquer hora dessas escrevo minha opinião. Não dá para ser isento sem compreender bem os modelos e possibilidades praticadas por outros países.

Seja por escolha direta dos eleitores seja pelo benefício da legenda, existe uma terceira categoria de candidatos que surpreendem ao demonstrar compromisso com o interesse coletivo e que conseguem desenvolver um trabalho competente para a cidade.

Acredito que esse seja o caso de nosso amigo que, daqui do espaço, ajudamos a eleger. Fiz a escolha certa e acredito que ele continuará a fazer um trabalho importante por Curitiba, justamente agora onde o modelo urbanístico da cidade está dando sinais de saturação.

Segue a carta que recebi confirmando sua vitória. Acredito que colaborei para três coisas necessárias na política do país: renovação, experiência e comprometimento social. Parabéns Omar Sabbag Filho pelo merecido reconhecimento. Parabéns Curitiba por eleger alguém com essas qualidades.


Com 5.498 votos, elegemos o Omar nosso representante na Câmara! Votação expressiva para quem nunca havia disputado uma eleição. Conquistar uma das 38 vagas em uma cidade com 2 milhões de habitantes não é fácil. Disputar essa vaga com 797 candidatos, muitos deles experientes políticos, também não.

Curitiba é uma cidade com tradição na escolha de bons candidatos e desta vez não foi diferente. Em uma votação histórica elegemos o Beto Richa com 77% dos 94% de votos válidos. Para completar, promovemos a renovação de 50% da Câmara (14 não se reelegeram e 5 não disputaram). Mas renovação sem critério, não muda nada. É preciso conhecer as demandas de Curitiba e saber como implementar as melhorias. Este é o diferencial que o Omar possui e que fará toda a diferença na condução dos trabalhos na Câmara.

Durante esses meses de campanha ouvimos muitas histórias e percebemos o interesse das pessoas. Foram vários comentários sobre a cidade e centenas de mensagens de apoio à campanha. As mais emocionantes foram as demonstrações de carinho e respeito de nossos amigos e dos mais velhos que ainda hoje guardam na memória lembranças da gestão de meu pai. Esse reconhecimento é gratificante e indica que estamos no caminho certo. Muito obrigado.

Até o fim do ano o trabalho será o de formatar as propostas que nasceram em 2008 e que serão levadas a Câmara a partir de 2009. Portanto, reitero o convite que fiz no início da campanha para que participem trazendo suas idéias. É a chance para fazermos a diferença em Curitiba.

Agradeço mais uma vez o apoio, a confiança e as demonstrações de carinho que recebi de todos vocês.

Valeu pessoal!

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E se o voto não fosse obrigatório?

Este é o quarto e último artigo sobre as eleições e considera qual seria o comportamento do eleitor brasileiro caso o voto deixasse de ser obrigatório.

Foi publicado na edição de abril de 2002 da Superinteressante e faz parte de minha biblioteca de artigos. Como sou partidário do livre pensar sobre todo tipo de imposição que acaba se tornando hábito, fica aqui minha sugestão para que o eleitor reflita durante esses dias de eleições. Boa leitura, boas considerações acerca do tema e boa votação dia 5 de outubro. Encerra-se aqui minha participação para o pleito de 2008. Em 2010, volto a comentar o assunto.


E se… o voto não fosse obrigatório?
Maria Fernanda Vomero

As eleições seriam mais competitivas e centradas em propostas. Mas se o eleitor não se interessasse por elas poderia usar o feriado para viajar.

A tentação é grande… Seus amigos querem saber o que você vai fazer no feriado, as agências de viagem anunciam pacotes para a data. E você pensa que, em pleno calor de 15 de novembro (ou de 5 de outubro), um dia livre é mesmo um convite ao lazer. Afinal, com o fim do voto obrigatório, essas datas viraram simples feriados. Mas não é que, justo agora que acabou a obrigação de votar, a eleição parece mais interessante? Os temas da campanha são bem mais palpáveis, os problemas discutidos pelos candidatos se assemelham aos seus e tem até gente acenando com uma solução! “Será que eles, finalmente, descobriram que eu existo?”, você pensa. Chega o dia da eleição. E, de repente, você está com o título de eleitor na mão, votando!

Utopia? Coisa de país desenvolvido? Nem tanto. “O voto voluntário torna o eleitor bem mais seletivo”, afirma o especialista em marketing eleitoral Carlos Manhanelli, presidente da Associação Brasileira dos Consultores Políticos (Abcop). “Para convencer o brasileiro a ir às urnas, os programas eleitorais teriam de ser educativos, mostrar as diferenças entre os trabalhos do Executivo e do Legislativo e explicar a importância do voto.”

Tudo isso, no entanto, não evitaria a redução do número de votantes. Nos países onde o voto é voluntário, como os Estados Unidos, só votam 30% a 40% dos eleitores. Aqui, é provável que, a princípio, o comparecimento continuasse alto, devido ao hábito. “As abstenções ficariam por conta de quem normalmente deixa de votar e dos que votariam em branco ou nulo”, diz o cientista político Rogério Schmitt, professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Aos poucos, porém, a abstenção aumentaria.

OK, mas isso faria alguma diferença? A longo prazo, sim. Segundo simulações realizadas com pesquisas de opinião, os partidos de esquerda, que têm mais militância política e para quem seria esperada uma vantagem, na verdade perderiam espaço para os políticos mais conservadores, que já dispõem de um eleitorado cativo. Pelo menos a princípio. Sim, porque arrebanhar os eleitores novos, desobrigados do voto, seria bem mais difícil.

O voto facultativo não acabaria com a compra de votos, um mau hábito comum em alguns Estados. Mas pelo menos encareceria a fraude. Afinal, é bem mais fácil convencer alguém que já está na boca da urna a votar em Fulano do que demovê-lo do futebol ou da cerveja só para digitar um número na urna eletrônica. E há, de fato, muita gente que escolhe o candidato na última hora e só vota porque é obrigado. Segundo uma pesquisa da Abcop, nas eleições para cargos executivos, 15% dos eleitores definem seu voto na boca da urna. Para cargos legislativos, a indefinição é pior: 45% saem de casa para votar sem saber em quem. “Esses eleitores talvez nem saíssem de casa para ir às urnas”, diz Manhanelli.

Com tanta competitividade, os candidatos – os astros das eleições de hoje – não sobreviveriam individualmente. Resultado: os partidos roubariam a cena. “O eleitor brasileiro sempre votou em indivíduos, não em partidos”, afirma Rogério Schmitt. Com o voto facultativo, a longo prazo a escolha seria mais centrada nas legendas e em suas propostas de governo. Candidatos desconhecidos, que surgem do nada a bordo de uma legenda de aluguel e que abusam das propostas mirabolantes, teriam cada vez menos espaço. Enfim, as mudanças seriam grandes. Mas, se, apesar delas, nenhum candidato despertasse seu interesse, tudo bem: sempre restaria a opção de pegar o carro e ir à praia, sem dor de cabeça.

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Como votar bem

Este é o terceiro artigo sobre as eleições e fala, de forma sucinta, sobre as características essenciais que um candidato deve ter e qual a postura ideal que o eleitor deve adotar durante a escolha e caso eleito, durante a gestão do candidato escolhido.

É um teste publicado pela Veja em outubro de 2002. Foi produzido tendo em vista as eleições para deputado estadual e federal daquele ano, mas se encaixam perfeitamente nas eleições para vereadores. Com a ajuda do cientista político Bolívar Lamounier, VEJA produziu o teste abaixo. Ele mede o grau de compromisso do eleitor com o vereador em quem votou.

1. Você lembra em quem votou para vereador nas últimas eleições?
   
Sim     Não

2. Sabe dizer se ele foi eleito?
    Sim     Não

3. Poderia citar dois projetos dos quais ele foi autor na Câmara dos Vereadores?
    Sim     Não

4. Sabe como seu vereador eleito votou na Câmara de Vereadores sobre questões de saúde, educação, desemprego e violência?
    Sim     Não

5. Você acompanha pela imprensa os assuntos que dizem respeito ao caráter e desempenho dos parlamentares em quem já votou?
    Sim     Não

6. Nunca escolheu candidatos a vereador com base em favores ou serviços prestados por eles diretamente a você ou a algum parente. Concorda com a afirmação?
    Sim     Não

7. Além de honestidade e capacidade de trabalho, você saberia citar quatro outras qualidades do candidato a vereador em quem votou?
    Sim     Não

8. Nunca votou em alguém cujas promessas desconhece apenas para atender à indicação de um amigo ou parente. Concorda com a afirmação?
    Sim     Não

9. A escolha de seu candidato levou em consideração o partido a que ele pertence?
    Sim     Não

10. Se o vereador em quem votou na última eleição é candidato nesta eleição, você saberia apontar três razões pelas quais decidiu votar nele de novo ou negar-lhe seu voto?
     Sim     Não

Confira sua pontuação. Cada resposta afirmativa vale um ponto.

Respostas:
1 a 3 - Você é um eleitor passível de ser manipulado por candidatos a vereador pouco eficientes ou inescrupulosos;
4 a 6 - Já é mais difícil enrolá-lo com promessas falsas;
7 a 9 - Se todos os eleitores fossem alertas como você, a democracia brasileira funcionaria perto da perfeição;
10 – Você é o estereótipo do terror para os políticos enganadores.

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Voto Nulo e Voto Branco

Este é o segundo post sobre o processo eleitoral e fala sobre a confusão entre voto nulo e voto em branco.

Impressionante como 11 anos depois de uma lei ser sancionada, continua a circular na internet informações erradas sobre o voto nulo e o voto em branco. Como o assunto continua sendo motivo de confusão, segue minha contribuição para acabar com a desinformação que é cada vez mais comum na web.

O e-mail mais famoso fala sobre a possibilidade de se anular uma eleição através do voto nulo. Algo como um boicote do eleitorado brasileiro. A idéia é simples: se nenhum candidato agrada, quanto mais eleitores anularem seu voto, mais chances há da eleição ser anulada. A mensagem também sugere que o voto nulo é desencorajado, uma vez que o terminal aponta o número digitado como incorreto.

O segundo erro do e-mail é sobre o voto em branco, que seria o mesmo que "tanto faz". Ele afirma que neste caso seu voto seria computado para o candidato com maior votação. Isto não seria justo pois, dependendo do número de votos em branco, o candidato poderia se eleger já no primeiro turno, escapando assim do segundo turno.

Estas informações estão ERRADAS. O e-mail é um HOAX (embuste, pulha, mentira, lenda, folclore, etc)

Esclarecer esse tipo de dúvida é muito simples. Basta visitar o site do Tribunal Superior Eleitoral – TSE.

Lá encontramos a LEI Nº 9.504, que nos seus artigos dois e três deixa claro:

LEI Nº 9.504, DE 30 DE SETEMBRO DE 1997

Art. 2o Será considerado eleito o candidato a Presidente ou a Governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos.

Art. 3o Será considerado eleito Prefeito o candidato que obtiver a maioria dos votos, não computados os em branco e os nulos.

Para o pleito de 2008, o TSE divulgou a RESOLUÇÃO 22.712 que reafirma as mesmas condições:
 

RESOLUÇÃO 22.712 – INSTRUÇÃO Nº 114 – CLASSE 12ª
BRASÍLIA – DISTRITO FEDERAL.

Dispõe sobre os atos preparatórios, a recepção de votos, as garantias eleitorais, a totalização dos resultados e a justificativa eleitoral.

DA PROCLAMAÇÃO DOS ELEITOS E DA DIPLOMAÇÃO
CAPÍTULO I – DA PROCLAMAÇÃO DOS ELEITOS

Art. 149. Serão considerados eleitos os candidatos a prefeito, assim como seus respectivos candidatos a vice, que obtiverem a maioria de votos, não computados os votos em branco e os votos nulos (Constituição Federal, arts. 29, I, II, e Lei nº 9.504/97, art. 3º, caput)

Para resumir, desde 1997, esses dois tipos de votos continuam com o seu conceito preservado, mas só servem para avaliar o interesse dos eleitores no processo eleitoral.

Voto nulo – é digitado um número que não existe. O voto nulo se dá quando o eleitor digita na urna eletrônica um número que não seja correspondente a nenhum candidato ou partido político oficialmente registrados. O voto nulo é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação.

Voto em branco – nenhum dos candidatos interessa ao eleitor. Já o voto em branco se dá quando o eleitor manifesta sua vontade de não votar em nenhum candidato ou partido político apertando a tecla BRANCO na urna eletrônica. O voto em branco, assim como o voto nulo, é apenas registrado para fins de estatísticas e não é computado como voto válido, ou seja, não vai para nenhum candidato, partido político ou coligação. Antes da Lei 9.504/97, o voto em branco era considerado válido, desde então não é mais.

Para mais informações consulte o site do Tribunal Superior Eleitoral – TSE
 

Guia do Eleitor Cidadão

Senado Federal
Tribunal Superior Eleitoral

O Guia do eleitor cidadão, publicação conjunta do Senado Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, visa orientar os eleitores brasileiros sobre as eleições municipais de 2008.

Simulador de votação

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Depoimentos de quem conhece!

Outra mensagem que recebi, desta vez endossando a campanha do Omar por aqueles que conhecem seu trabalho e sabem das necessidades da cidade de Curitiba. Posicione o mouse sobre as fotos para saber quem é quem e aproveitem para visitar seu site:

Omar Sabbag Filho – 45080


“O Omar Sabbag Filho se distingue pela dedicação ao trabalho e pela incessante busca de uma Curitiba mais justa, mais humana e  solidária. Técnico altamente capacitado, profundo conhecedor da cidade e, por este motivo,  uma pessoa qualificada para atuar na Câmara Municipal em defesa dos interesses de todos os curitibanos. Inteiramente afinado com a nossa gestão, Omar Sabbag Filho merece todo o apoio à sua eleição como vereador."

Beto Richa – Prefeito de Curitiba


 

"Omar é uma das pessoas mais qualificadas para ocupar uma vaga na Câmara de Vereadores de nossa cidade. Pessoa de formação profissional das melhores, professor da Universidade Federal do Paraná, profundo conhecedor da história de Curitiba, viveu desde pequeno, como eu, a experiência da vida pública com seu pai, prefeito Omar Sabbag, que marcou também com uma gestão técnica e eficiente a história da cidade de Curitiba.

É uma pessoa qualificada sob o aspecto profissional, íntegra, ética, defendendo novos valores que se exigem na política e será um privilégio para a cidade de Curitiba ter um vereador como Omar Sabbag Filho."

Gustavo Fruet – Deputado Federal PSDB-PR


 

“Omar Sabbag Filho, é um candidato sério, determinado e competente. A atuação e o apoio constantes à educação e ao programa Comunidade Escola da Prefeitura, que mantém abertas as escolas nos fins de semana com atividades educativas, esportivas e culturais para a população, demonstra o comprometimento do candidato por uma Curitiba ainda melhor.

Temos muito a ganhar com ele e com certeza vai fazer a diferença na Câmara”.

Eleonora Bonato Fruet – Secretária Municipal de Educação


 

 

"Omar é um homem competente, honesto, dedicado e trabalhador. Tem excelentes projetos para Curitiba e é um grande aliado do Prefeito Beto Richa. Com toda certeza o voto em Omar Sabbag Filho é um voto de qualidade"

Ney Leprevost – Deputado Estadual PP-PR


 

"É por ver em Omar Sabbag Filho os mesmos propósitos e por acreditar que é do bom político que nascerá uma nova consciência, que expresso meu apoio e confiança a este homem público de comprovada liderança.

Com Omar Sabbag Filho na Câmara Municipal de Curitiba, a população tem um batalhador por melhor qualidade de vida e maior projeção do município no cenário estadual".

Bruno Covas, Deputado Estadual PSDB-SP


 

"Quem conhece a engenharia, vê a cidade de forma diferente. O engenheiro Omar Sabbag Filho tem esta visão com o apoio do IEP – Instituto de Engenharia do Paraná.

Luis Carlos Mehl, Presidente do IEP.


 

"Conheço o Omar Sabbag Filho há muitos anos e essa minha longa convivência só fez fortalecer uma enorme admiração que tenho pelo seu trabalha, pelo seu caráter e pelas suas enormes potencialidades políticas que ele vai agora, testar na Câmara dos Vereadores.

Como diz o ditado – a fruta nunca cai longe da árvore – e o Omar teve uma grande figura em casa, que foi seu pai, Dr. Omar Sabbag, um engenheiro muito respeitado, nosso querido Prefeito de Curitiba, um homem de enorme integridade e enorme competência. Omar Sabbag Filho, não só herdou isso do pai, como desenvolveu ele próprio, com seus méritos, uma personalidade muito positiva, muito forte, de muito caráter, de muita integridade e de muito trabalho.

Eu acompanhei o trabalho dele no executivo, acompanhei a vida universitária do Omar e tenho absoluta certeza que os eleitores curitibanos, como eu, da minha família e do meu círculo de amigos irão ter uma belíssima representação na Câmara com a presença dele."

Belmiro Valverde Jobim Castor – PhD em Administração Pública, Professor da PUC e presidente do Movimento Pró-Paraná


"Conheço o Omar há muitos anos e o admiro por sua postura conciliadora, ética e hábil. Além de ter experiência na iniciativa privada é profundo conhecedor dos problemas na área pública. São pessoas com esse perfil que os curitibanos precisam como seu representante na Câmara Municipal.

Ele tem no sangue a veia política de seu pai, o ex-prefeito Omar Sabbag e com certeza, seguirá seu legado. Ganharemos todos, Curitiba e nós, elegendo Omar como vereador." 

Cláudio Slavieiro – Empresário


 

"Omar Sabbag Filho é um nome que engrandecerá a Câmara Municipal de Curitiba, assim como seu pai Omar Sabbag soube dignificar o cargo de Prefeito com a atuação brilhante para o legado de obras de infra-estrutura na nossa cidade."

Abdo Dib Abage – Cônsul da Síria


"Engenheiro Civil, Mestre e Professor do Curso de Engenharia da UFPR, na Cadeira de Saneamento Ambiental, Omar Sabbag Filho foi Pró Reitor e integrou  o Conselho de Ensino e Pesquisa e o Conselho Universitário. Toda a sua vida profissional tem concorrido para o respeito que merece em toda a Universidade, dos professores e alunos de todos os cursos, selando publicamente a importância de sua competência profissional e ilibada.

Nos muitos cargos e funções que Omar Sabbag Filho desempenhou na Prefeitura Municipal de Curitiba, revelou segurança e persistência. Sua destinação funcional maior tem sido à Engenharia e ao estudo da cidade que aprendeu a amar desde menino,  acompanhando o pai, o saudoso Prefeito Omar Sabbag, que deixou um legado e um exemplo de trabalho e honestidade a toda a comunidade e à sua família, que o mantém e preza sobremaneira.

De uma consciência social apurada, Omar Sabbag Filho tem prestado seu voluntariado a instituições sociais e culturais comunitárias, colaborando com profundos conhecimentos técnicos e a prática de sua filosofia de vida para assegurar a manutenção dos valores universais maiores, em especial o fortalecimento das famílias e a dedicação ao trabalho.

Com uma proposta política coerente e adequada e uma visão administrativa universalista, Omar Sabbag Filho é o candidato que merece o nosso voto!  O Vereador que Curitiba merece!" 

Chloris Casagrande Justen – Presidente do Centro Paranaense Feminino de Cultura do Paraná


“Quem sai aos seus, não se degenera. A Família do Omar Sabbag Filho faz parte da história do atendimento à Pessoa Deficiente no Paraná e no Brasil, seus pais, Branca e Omar foram fundadores da APAE de Curitiba, uma das primeiras APAES do Brasil, há cinqüenta anos.

Depois fundaram a Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional, sendo Dona Branca a segunda presidente da entidade e grande incentivadora do Laboratório que, depois se tornou o responsável pelo Teste do Pezinho no Paraná, sendo com São Paulo e Rio de Janeiro os primeiros a realizarem no Brasil esse teste tão importante para a prevenção de deficiências. No Paraná mais de três milhões de crianças já foram beneficiadas pelo teste do pezinho.

Apoiamos a candidatura do Omar Sabbag Filho por acreditar que podemos contar com ele para ser o vereador que empunhará a bandeira da defesa da Pessoa com Deficiência na Câmara Municipal e junto a Prefeitura de Curitiba.”

José Alcides Marton – Presidente da FEPE – Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional


"Em 2002 quando cheguei a Curitiba foi o Professor Omar Sabbag Filho, coordenador do curso de Eng. Civil da UFPR, que me recebeu na cidade e aconselhou. Hoje depois de alguns anos é um prazer poder testemunhar a decência, inteligência e competência do candidato Omar Sabbag Filho e referendar tudo que ele pode e vai fazer de bom por Curitiba."

Habbib G Jarrouge – Presidente do Diretório Acadêmico de Engenharia Civil da UFPR


"Dentre os muitos pretendentes a Câmara Municipal de Curitiba, alguns poucos se destacam e Omar Sabbag Filho é um deles. Homem sério, profissional competente, dedicado, determinado, engenheiro conhecedor dos problemas de nossa cidade e qualificado para achar as soluções mais adequadas para os mesmos.

Sua história profissional o habilita para muito bem nos representar no legislativo municipal, ajudando a legislar e fiscalizar os atos do executivo. Esperamos que os curitibanos reconheçam as virtudes do Omar e o elejam vereador de Curitiba."

Marcos Domakoski – Empresário


 

"O engenheiro Omar Sabbag Filho conhece o passado de Curitiba desde a gestão do seu pai Prefeito Omar Sabbag e como Secretário de Obras. Vive o presente como professor da Universidade Federal do Paraná e assessor do Prefeito Beto Richa. Isso lhe permite ter uma visão do futuro de Curitiba e das aspirações dos curitibanos".

Gilberto Piva – Vice-Presidente do CREA PR


"Conheço o Omar há muito tempo, desde os bancos escolares. Desde a infância sempre demonstrou grande capacidade de liderança. As decisões tomadas pelos amigos jamais deixaram de passar por sua avaliação. Sempre foi um grande articulador. Com a razão e a palavra conseguia evitar grandes desgastes, não só para ele como para aqueles que com ele conviviam. É um idealista, determinado e altamente competente naquilo que faz. Por onde passou deixou lembranças de sua capacidade e companheirismo. Este depoimento vem acompanhado pela certeza de que será um dos nomes que ficarão gravados na história da nossa Câmara Municipal, que tanto precisa de gente como ele, e em qualquer lugar por onde passar"

Ernesto Esperandio Neto – Engenheiro Civil, Professor e Prefeito da Cidade Universitária da UFPR


  

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